Por Eleni Kronka
Jornalista, pesquisadora e editora de conteúdo.
Nova edição do Relatório Brasil Móveis delineia os contornos do setor por meio de dados em profundidade sobre produção, consumo, emprego, investimentos e comércio exterior do setor.
Em um cenário marcado por desafios, transformações e novas oportunidades, conhecer em profundidade a estrutura e o desempenho da indústria torna-se uma ferramenta estratégica. É nesse contexto que o IEMI – Inteligência de Mercado apresenta o Brasil Móveis 2026 – Panorama Setorial da Indústria de Móveis no Brasil, alicerçado em dados macroeconômicos robustos sobre o setor moveleiro nacional. A nova edição reúne e analisa informações referentes ao período de 2021 a 2025, possibilitando uma visão abrangente sobre movimentos e atributos da indústria de móveis local.
O lançamento se dará durante o Congresso Nacional Moveleiro, referência para todo o setor, nos dias 4 e 5 de novembro, em Curitiba.
Dados que revelam o mercado
O levantamento contempla diferentes dimensões da cadeia produtiva, incluindo unidades fabris instaladas, evolução da produção, consumo, distribuição, emprego, parque de máquinas, investimentos e comércio externo. A pesquisa também traça o perfil de 755 empresas do setor, com informações sobre segmentos de atuação, materiais trabalhados e outras características que ajudam a compreender a configuração atual da indústria moveleira no País.
Cadeia produtiva integrada
Segundo o consultor e diretor do IEMI, Marcelo Prado, a estrutura da cadeia produtiva de móveis é formada pela interação entre os segmentos fornecedores – de matérias-primas, equipamentos e demais insumos – e os produtores de bens acabados. “São dois elos principais: o elo da produção, alimentado pelos insumos em geral, e o elo do mercado”. As matérias-primas, observa o executivo, frequentemente têm origem fora da própria cadeia moveleira, assim como máquinas e equipamentos, produzidos por setores externos ao segmento.
Brasil no contexto mundial
O Brasil Móveis 2026 amplia ainda a perspectiva ao apresentar dados atualizados sobre o cenário internacional. “Com o exame do comportamento mundial da produção e do consumo, além do próprio comércio internacional, é possível dimensionar o mercado mundial desse setor”, afirma Prado. O relatório permite, dessa maneira, relacionar o desempenho da indústria brasileira às movimentações do mercado global e identificar tendências que podem influenciar negócios, investimentos e estratégias empresariais.
Conheça os estudos IEMI para o mercado de móveis e colchões.
Grandes polos nacionais
No recorte brasileiro, o relatório detalha os principais números do setor, incluindo produção, consumo, emprego e comércio internacional, além de apresentar informações sobre importantes polos de produção moveleira. O levantamento contempla Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Goiás e Pernambuco, oferecendo uma leitura regionalizada da atividade e de sua distribuição pelo território nacional.
Informação para decisões estratégicas
Elaborado, produzido e editado anualmente pelo IEMI – Inteligência de Mercado, o Brasil Móveis 2026 conta com a parceria da Abimóvel – Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário, por meio do projeto Brazilian Furniture, iniciativa conjunta com a ApexBrasil.
Para saber mais detalhes sobre o setor, acesse essa importante fonte dedados acessando o site do IEMI, ou solicite as informações junto a um consultor do IEMI.
Fale com um consultor IEMI
Explore outras pesquisas para o setor móveis e colchões IEMI:
Brasil Móveis 2026 mapeia caminhos do setor moveleiro no País
Marcas brasileiras de móveis, segundo o varejo
Pesquisa IEMI revela as melhores marcas para se vender no varejo de móveis
Varejo de móveis e colchões se transforma e ganha novo perfil
Indústria moveleira une inteligência de mercado e tendências globais
Consumidor mais maduro redefine padrões de compra no Brasil
IEMI analisa duas décadas do setor de móveis e colchões
Varejo de Móveis em Transformação












