Por Eleni Kronka
Jornalista, pesquisadora e editora de conteúdo.
A previsão é de clima estável para a moda praia, esportiva e o fitness, com o Brasil ditando moda e sendo referência em inovação, materiais e modelagem que conquista o mundo.
Com seus 8 mil quilômetros de litoral, clima na maior parte tropical e muita criatividade no DNA dos produtos de moda, o Brasil reúne as condições para garantir a liderança no beachwear, moda esportiva e fitness.
É que o país transformou a brasilidade em seu diferencial competitivo, presente no design, na modelagem, na padronagem e na paleta de cores para conquista o mercado global. Essa combinação de atributos fortalece toda a cadeia produtiva, da fabricação dos fios à confecção das peças prontas.
Tecnologia com competitividade
O desempenho, no caso, tem a ver com o potencial de inovação que permeia a criação – da matéria-prima à peça pronta. A tecnologia começa pelo fio – inteligente, muitas vezes reciclado e desenvolvido para garantir conforto, desempenho e bem-estar.
O grau de inovação dos tecidos, da modelagem e acabamento não fica atrás. E assim a moda praia made in Brazil, principalmente, seguida pelo fitness, consolida-se como referência internacional em qualidade, funcionalidade e estilo.
Moda criativa garante espaço no exterior
O Estudo do Mercado Potencial de Moda Praia e Esportiva/Fitness 2026, elaborado pelo IEMI – Inteligência de Mercado, mostra que o comércio internacional desses produtos vem registrando crescimento consistente desde o ano passado, tanto em volume exportado quanto no valor agregado das peças.
Os Estados Unidos aparecem como forte destino das exportações brasileiras, concentrando 34,6% das vendas externas de moda praia e 34,5% das exportações de moda esportiva e fitness, em dólares. O fortalecimento de eventos internacionais ligados ao setor e a crescente busca por saúde, qualidade de vida e academias contribuem para explicar a expansão.
Conheça os estudos IEMI para o mercado de têxtil e confeccionista.
Mercado interno e demanda aquecida
Os números também evidenciam o estágio do consumo doméstico. Segundo o levantamento, os biquínis representam 55% da produção nacional de moda praia em volume de peças. Já as vendas ocorrem na maior parte (71%) por meio do varejo especializado.
No segmento fitness, o cenário também é favorável: o Brasil é o segundo país do mundo em número de academias, atrás apenas dos Estados Unidos, fator que assegura demanda contínua por vestuário de performance.
Panorama completo do mercado
O estudo do IEMI reúne informações sobre a evolução dos últimos cinco anos dos mercados de moda praia e esportiva/fitness, oferecendo indicadores de produção, consumo, comércio exterior, canais de distribuição e perspectivas para os segmentos.
Para saber mais sobre a pesquisa, acesse o Estudo do Mercado Potencial de Moda Praia e Esportiva/ Fitness 2026 e o site iemi.com.br, ou ainda entre em contato com um consultor IEMI.
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