Ritmo moderado global repercute na indústria moveleira local
A indústria moveleira acompanhou o desempenho global do setor em 2022, com moderado crescimento na produção e na performance do consumo local.
A indústria moveleira acompanhou o desempenho global do setor em 2022, com moderado crescimento na produção e na performance do consumo local.
As empresas brasileiras de têxteis para decoração seguem em busca do equilíbrio, num momento em que o mercado ainda não se recuperou das perdas do período da pandemia.
Estudo do IEMI mapeia o comportamento do consumidor brasileiro de vestuário, apontando frequência e motivação de compra de acordo com diferentes perfis.
Públicos ouvidos em estudo do IEMI, respondem pelo ritmo moderado do varejo físico e passam a buscar mais intensamente o e-commerce, onde o tíquete médio pode chegar a R$ 196,00 por compra.
Quesitos como gênero, faixa etária, poder de compra e procedência fazem parte do importante levantamento realizado pelo IEMI tendo como foco o comércio de vestuário durante a Black Friday.
A produção de colchões deve encerrar o presente exercício com números positivos, porém moderados. O levantamento do IEMI aponta alta no período dos últimos cinco anos, com a indústria tentando manter o desempenho no atual cenário.
As tecelagens brasileiras tiveram significativos resultados com exportações de índigos e brins nos últimos cinco anos. O desempenho ocorreu simultaneamente a uma importante queda no volume dos importados.
O varejo de jeanswear no Brasil registrou números positivos em valores nominais nos últimos cinco anos, apesar da ligeira queda, em consumo de peças em 2022.
E como sabemos, prever o futuro é sempre muito difícil, em especial para o segmento da moda, que costuma operar com uma árvore de produtos que costuma ter milhares de itens a cada coleção e onde a antecipação da produção “pré-venda”, frequentemente alcança 40% dos volumes previstos para a próxima estação.
Quando as Empresas Perdem o Foco do seu Posicionamento de Mercado?