Confecções aceleram rumo ao digital, mostra pesquisa IEMI
Pesquisa inédita revela nova arquitetura tecnológica do setor, apontando rumos da revolução digital na indústria do vestuário brasileiro.
Pesquisa inédita revela nova arquitetura tecnológica do setor, apontando rumos da revolução digital na indústria do vestuário brasileiro.
Móveis e colchões despontam na lista de best-sellers das promoções da Black Friday, seja nas lojas físicas, seja nas cada vez mais procuradas plataformas de e-commerce.
Calçados e acessórios deste segmento devem marcar muitos pontos na Black Friday deste ano, segundo estimativa do IEMI, que acompanha a série histórica desta data promocional do varejo.
A Black Friday, não é de hoje, tem nos artigos de moda um dos pontos mais fortes de venda. Análises do IEMI mostram que a tendência se mantém, com estimativa de crescimento, ainda que moderada.
Prática estratégica que pode conduzir a indústria de moda a bons resultados, a sustentabilidade vai ganhando espaço e investimentos no planejamento das confecções e varejistas.
Relatório que estuda em profundidade a evolução do importante setor de móveis no Brasil chega à 20ª edição, consolidando-se como referência para negócios feitos no país e no exterior
Marcelo Prado traz dados inéditos sobre digitalização, produtividade e sustentabilidade na indústria da confecção brasileira, destacando a integração tecnológica entre confecção e varejo de moda.
O mercado de móveis no Brasil e os atuais desafios são o centro de pesquisa do IEMI e mote da palestra de abertura que o consultor Marcelo Prado, diretor do instituto, realiza na abertura do Congresso Nacional Moveleiro 2025.
No Dia das Crianças, varejo de moda infantojuvenil e bebê deve atingir crescimento moderado em vendas, mas setor tem atuação consolidada, sendo um dos mais estáveis em vendas ao consumidor.
O mercado de cama, mesa e banho, sempre expressivo no cômputo geral da produção e venda em têxteis, é o foco de novo levantamento do IEMI. Instrumento indispensável para o setor, a pesquisa abarca os últimos cinco anos, marcados pela pandemia e o vertiginoso crescimento do e-commerce.